Eis o comentário (a poesia) da notícia.

sábado, 11 de setembro de 2010

Guerra Santa




Um dia de paz,
desejo de todos.
Um dia de paz
àqueles que amamos.
Em meados de nossa história
morremos por aqueles
que não desejamos bem.
Na luta desenfreada
de barrar o pesadelo
do mal aparecer.
Na defesa de uma terra,
na defesa de um povo.
O que mais se desejava
era o ataque sutil.
Não era relevante
a cor daquele a sua frente,
e sim, um livro
que levava debaixo do braço.
Faz tempo,
ficou para trás.
Mas o peso desse livro
continua a poluir a mente
de pessoas fracas, desiludidas,
sem “Alguém” a quem se segurar.

Murilo Conti Vieira
11/09/2010