Eis o comentário (a poesia) da notícia.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Pensão para filha de civis consome R$ 2,4 bi




Enquanto o país atravessa grave crise econômica, cortando gastos sociais e investimentos, o governo federal paga pensões vitalícias a pelo menos 60.707 filhas, maiores de 21 anos, de funcionários civis da União. O impacto estimado aos cofres públicos, apenas em 2015, é de R$ 2,4 bilhões.
Há beneficiárias que chegam a receber mensalmente o teto do funcionalismo: R$ 33,7 mil. Para manter o privilégio, basta que a mulher se mantenha solteira e não tenha cargo público ou outra ocupação capaz de prover sua subsistência.
Mais conhecida no meio militar, a pensão a filhas solteiras foi instituída, no caso dos civis, por uma lei de 1958 que perdurou até 1990, quando o atual regime jurídico dos servidores da União entrou em vigor. Como era direito adquirido, as beneficiárias mantêm a pensão, portanto, há pelo menos 25 anos. Grande parte delas, porém, recebe o salário mensal desde as décadas de 1970 e 1980.
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O Globo – Brasil – de 05/10/2015


Mais por mais.
Eis o que está escrito.

Querem acabar com os verdes
para tentar salvar os não verdes.
Mas será que dá,
ou apenas querem
unicamente comunicar?

Murilo Conti Vieira

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