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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Eduardo Cunha perde mais aliados


Depois de perder apoio do PSDB, o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, do PMDB do Rio de Janeiro, corre o risco de ficar também sem os votos dos parlamentares do Democratas. A debandada pode não parar por aí.
A carta de apoio a Eduardo Cunha lida, na quarta-feira (11), em plenário, surpreendeu o líder do PTN, deputado João Bacelar, da Bahia. O partido constava na lista, mas o líder não assinou o documento e já pediu para que o PTN, que tem apenas quatro parlamentares na Câmara, fosse retirado do manifesto pró-Cunha.
O PT também não assinou a carta, que teve a adesão de 11 partidos da base governista. O documento foi uma reação de aliados do presidente da Câmara para contrapor o PSDB que anunciou o rompimento com Eduardo Cunha. O DEM tende a seguir o mesmo caminho do PSDB, mas o líder, Mendonça Filho, que discordou da estratégia do PSDB, disse que vai esperar o andamento do processo contra Cunha no Conselho de Ética para voltar a se manifestar sobre a situação do presidente da Câmara.
A oposição esperava que Cunha anunciasse, nesta quinta (12), a data em que vai decidir sobre o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Perguntado, Cunha foi evasivo: “Quando estiver pronto, vocês vão saber”.
Reportagem do jornal o Estado de São Paulo desta quinta (12) mostra que o presidente da Câmara usou o nome da mãe como contrassenha para consultas ao banco suíço Julius Baer. A informação foi confirmada pela TV Globo. De acordo com o jornal, pode ser mais um indicativo de que os recursos no exterior eram diretamente controlados pelo deputado. Em entrevistas à imprensa, Cunha afirmou que não tem poder de decisão sobre os valores depositados no exterior.
G1 – Jornal Hoje – de 12/11/2015


Amigo de quem,
do Papai Noel,
ou dos brasileiros?
Como podemos
nos realizar
se no topo
tem mandantes,
que pensamos
serem dignos,
mas nos atormentam?

Murilo Conti Vieira

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