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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Terminal Rodoviário deverá ser transferido para outra área


A Prefeitura Municipal de São Carlos por determinação do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP), irá encerrar o contrato de concessão do Terminal Rodoviário Paulo Egydio Martins à empresa Socicam.  O prefeito Paulo Altomani (PSDB) deverá publicar um decreto destinando uma área no bairro Nova Estância para a construção da nova Rodoviária da cidade. Esta área fica à margem da rodovia Washington Luís.
Em entrevista ao Jornal Primeira Página o secretário de Transporte e Trânsito Marcio Marino explicou que o Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP) apontou irregularidades no contrato firmado com a Socicam em 2007. “A atual concessionária já foi devidamente notificada da decisão da Prefeitura e o prazo da concessão será encerrado de forma antecipada, com a conclusão do novo certame”, comentou.
Ele ainda apontou a necessidade de serem realizadas obras de revitalização, modernização e atualização dos equipamentos do Terminal Rodoviário do Município, o que traz a necessidade de investimentos financeiros dos quais a Prefeitura não dispõe.
A concessão teria o prazo de 10 anos renováveis, conforme o interesse da Prefeitura.  A concessionária dos serviços públicos será remunerada pela tarifa de embarque por passageiro, exploração dos serviços de guarda-volumes, estacionamentos e outros serviços prestados aos usuários, exploração de áreas comerciais internas e externas dentro do limite da concessão.
Em nota, a Socicam afirmou que o processo administrativo que envolve o edital e respectivo contrato de concessão do Terminal Rodoviário Paulo Egídio Martins referem-se à responsabilidades da Prefeitura Municipal de São Carlos e do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e estão sendo verificadas por eles.
São Carlos Dia e Noite – Cidade – de 20/10/2016


Amanhã, um novo dia surgirá
ao horizonte de um mundo neurótico,
de um povo esquecido, deprimido.
Mente doente, corpo bucólico.
Na vastidão do presente futuro,
perdido em oceano escurecido.
Poeira que nos apaga a lucidez
na velhice que caminha esquecido.
O fim mais anunciado,
perto de um precipício humano.
Com um recomeço aparente
para um desaparecer histórico.

Murilo Conti Vieira

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